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		<title>Joomla! powered Site</title>
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		<title>Powered by Joomla!</title>
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		<title>A maldição de ser &quot;Superdotado&quot;</title>
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		<description> A maldi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ser   Superdotado .  O termo &amp;eacute; est&amp;uacute;pido, primeiramente, pois d&amp;aacute; a impress&amp;atilde;o de que pessoas  com Q.I. muit&amp;iacute;ssimo acima do normal tem algum  super poder  ou   superioridade . Em fato, a julgar pela minha vida, a diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de  Q.I. &amp;eacute; mais uma maldi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que uma ben&amp;ccedil;&amp;atilde;o.  &amp;Eacute; claro que pode-se ser o centro das aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao aprender a ler e  escrever sozinho, ou decorar listas telef&amp;ocirc;nicas, quando criancinha. Mas da&amp;iacute; para ser considerando um  monstro  nas escolas, ser  chamado de nerd, ser estigmatizado e sofrer bulling violento &amp;eacute; um passo .    A vida de um Superdotado &amp;eacute; de uma esmagadoramente dolorosa e  indescrit&amp;iacute;vel solid&amp;atilde;o. Pensamos de um modo diferente. Nem pior, nem  melhor. Mas,  muito  diferente. &amp;Eacute; normal as pessoas me dirigirem  olhares   estranhos se um SD, por alguns momentos, ousar  tecer coment&amp;aacute;rios sobre o  que   realmente  pensa em quase todos os assuntos.  Imagine-se num mundo em que todos s&amp;atilde;o tremendamente diferentes de voc&amp;ecirc;.  Onde voc&amp;ecirc; &amp;eacute;  estranho ,  esquisito . Agora acrescente o preconceito.  Compreende agora? N&amp;atilde;o, ainda n&amp;atilde;o &amp;eacute; o retrato final. Por fim, aliado a  tudo isso, imagine-se uma pessoa extraordinariamente sens&amp;iacute;vel (algo como  uma mulher de TPM multiplicado por 3...).  Um SD (superdotado) &amp;eacute; um  sobrevivente . Cada dia neste universo &amp;eacute; uma tormenta sem fim.  Especialmente quando h&amp;aacute; que se relacionar com os normais. E 99,99%  das pessoas s&amp;atilde;o.   Um breve exemplo  Por exemplo. Pessoas normais, quando em seus c&amp;iacute;rculos de amizades, levam  horas comentando ou repetindo frases ou conclus&amp;otilde;es l&amp;oacute;gicas que j&amp;aacute; foram  feitas no in&amp;iacute;cio da conversa. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma an&amp;aacute;lise, reflex&amp;atilde;o ou  reelabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da opini&amp;atilde;o levantada no in&amp;iacute;cio. Na mente de muitos SD, cada  conversa deveria trazer algum engrandecimento. Uma troca &amp;uacute;til de dados  que auxiliasse o grupo como um todo.   Mas pessoas normais n&amp;atilde;o trocam dados, se divertem repetindo por horas as  mesmas coisas. E, na esmagadora maioria das vezes, elas se reencontram  (em churrascos, festas, etc), para tecer exatamente os mesmos  coment&amp;aacute;rios que fizeram na &amp;uacute;ltima vez, no m&amp;ecirc;s passado, h&amp;aacute; anos...  O fato &amp;eacute;: pessoas normais tendem a ser  monotem&amp;aacute;ticas  (falam de um  &amp;uacute;nico assunto). Ou fazem uma &amp;uacute;nica an&amp;aacute;lise sobre uma vari&amp;aacute;vel de cada  quest&amp;atilde;o.  Antigamente (n&amp;atilde;o t&amp;atilde;o antigamente assim), quando n&amp;atilde;o compreendia esse   looping  de dados repetidos entre os normais, era comum que eu  interrompesse o assunto e desviasse a conversa para um outro t&amp;oacute;pico  adjacente ou at&amp;eacute; totalmente diverso do  mantra l&amp;oacute;gico  repetido naquele  c&amp;iacute;rculo de conversa, como meio de tornar a  troca de dados  mais &amp;uacute;til.  Isso irritava as pessoas profundamente. Me achavam  esquisito , para  dizer o menos.  Lembro-me de uma noiva  (ex) ter me chamado de  doido , pois eu  mudava o  assunto  &amp;agrave;s vezes. (antes que ela pudesse repetir seu mantra l&amp;oacute;gico...  talvez umas 10 vezes...)  Hoje, descobri que essa repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conclus&amp;otilde;es &amp;eacute; um fen&amp;ocirc;meno comum, e  deve ser respeitado com meu sil&amp;ecirc;ncio, pois &amp;eacute; assim que as pessoas  normais s&amp;atilde;o.   Os caminhos de um  diferente    Para a maioria de n&amp;oacute;s, existem 2 caminhos, j&amp;aacute; que o ensino no Brasil  INSISTE em nos misturar, ao inv&amp;eacute;s de colocar-nos em escolas  diferenciadas (onde n&amp;atilde;o ter&amp;iacute;amos a alma rasgada pela solid&amp;atilde;o):   a) ou fingimos, teatralmente, sermos iguais e aprendemos as  desinteressantes conversas das pessoas normais (e ganhamos mais  depress&amp;atilde;o e destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de auto-estima com o processo).   b) ou nos isolamos totalmente e vivemos confinados em livros, campos de  pesquisa, trabalho, enfim sem o doloroso conv&amp;iacute;vio social;    A g&amp;ecirc;nese do preconceito  Os  diferentes , sejam eles superdotados, pessoas com defici&amp;ecirc;ncias  f&amp;iacute;sicas ou mentais, minorias raciais ou religiosas, tendem a ser  alvos do preconceito.  Durante anos meditei acerca da injusti&amp;ccedil;a desse padr&amp;atilde;o de comportamento  humano, mas, na verdade, ap&amp;oacute;s uma amadora an&amp;aacute;lise antropol&amp;oacute;gica, conclui  que a g&amp;ecirc;nese do comportamento preconceituoso se  encontra numa  deriva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do instinto animal da auto-preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o.  Ora, qual o primeiro instinto derivado da auto-preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o animal? A  competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Que por sua vez se sub-divide em competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o intra-grupo e  competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o extra-grupo.  Na competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o extra-grupo, os animais tem a rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o natural de defesa de  territ&amp;oacute;rio em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s esp&amp;eacute;cies diferentes.   Logo, &amp;gt; diferen&amp;ccedil;a = &amp;gt; necessidade de defesa = &amp;gt; viol&amp;ecirc;ncia para  manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do territ&amp;oacute;rio.  Isso se reflete em diversos comportamentos padr&amp;otilde;es humanos.   E.g.: brigas entre torcidas. A utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uniformes, bem como a  disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica dos  antagonistas  em  bandos , tende a  multiplicar o comportamento animal de competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que leva ao   pr&amp;eacute;-conceito  e &amp;agrave; desracionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seres al&amp;iacute; inseridos;  De fato, muitos dos &amp;oacute;dios sociais se revelam, na verdade, em  desdobramentos de um comportamento animal inerente ao homem que, SE  tratado pela cultura, n&amp;atilde;o trariam tantas consequ&amp;ecirc;ncias desastrosas.   Isto, claro, SE n&amp;atilde;o houvessem os interesses de grupos pol&amp;iacute;ticos/de poder  que  exploram as diferen&amp;ccedil;as como um meio de controle mental das massas.   E.g.:  Somos os escolhidos de Deus, todos os demais s&amp;atilde;o pecadores... .  Ok... E onde isso se reflete na terr&amp;iacute;vel exist&amp;ecirc;ncia dos  diferentes ?   &amp;Oacute;bvio. O preconceito &amp;eacute; uma grandeza diretamenta proporcional &amp;agrave;  diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ser em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a uma dada pessoa / grupo de pessoas  (SE, n&amp;atilde;o mitigado pela cultura).  Assim, somos a  bola da vez  no  Bulling , nas rodas de samba, de  cerveja, no trabalho... Em qualquer lugar.   Fugas  Entre as perip&amp;eacute;cias utilizadas por um  diferente , para se livrar do preconceito e ser aceito num grupo, encontram-se:   a) simular notas baixas na faculdade ou demorar para entregar a prova, mesmo  que voc&amp;ecirc; j&amp;aacute;  tenha as respostas prontas ap&amp;oacute;s 2 minutos do recebimento daquela; b) diminuir o fluxo de novas id&amp;eacute;ias ou n&amp;atilde;o comunicar nenhuma no trabalho em que se encontra; c) se tornar avesso a ser reconhecido de qualquer forma por suas capacidades intelectuais, se mediocrizar;     Caracter&amp;iacute;sticas de um SD   - Habilidade de compreens&amp;atilde;o de id&amp;eacute;ias complexas - Sente-se frustrado com facilidade - Amplo campo de interesses/assuntos - EXTREMAMENTE sens&amp;iacute;vel - Grande criatividade - Teimosos e opinativos - Performance acad&amp;ecirc;mica inconsistente (ver item  fuga) - Senso de humor desenvolvido, &amp;agrave;s vezes &amp;aacute;cido e sarc&amp;aacute;stico - Alt&amp;iacute;ssimo n&amp;iacute;vel de curiosidade  - Elevado n&amp;iacute;vel de cr&amp;iacute;tica - Grande dificuldade de socializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - Fort&amp;iacute;ssima tend&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; depress&amp;atilde;o - Forte senso de justi&amp;ccedil;a- Passam por  arrogantes  muitas vezes, apenas por falar com absoluta convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus pontos de vista   I.N. 28/03/2010      </description>
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		<title>Sobre a Genialidade</title>
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		<description>  Leonardo da Vinci (http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci), um dos maiores g&amp;ecirc;nios da Humanidade.   Um g&amp;ecirc;nio &amp;eacute; uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto (http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelecto) de primeira grandeza, ou um talento (http://pt.wikipedia.org/wiki/Talento) criativo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Criatividade) fora do comum. O n&amp;iacute;vel de QI (http://pt.wikipedia.org/wiki/Quociente_de_intelig%C3%AAncia) pelo qual algu&amp;eacute;m pode ser chamado de g&amp;ecirc;nio &amp;eacute; geralmente definido como 140 ou superior. O termo tamb&amp;eacute;m se aplica a algu&amp;eacute;m que &amp;eacute; um pol&amp;iacute;mata (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADmata) ou algu&amp;eacute;m habilidoso em muitas &amp;aacute;reas mentais. O termo se aplica com precis&amp;atilde;o a habilidades mentais, mais que f&amp;iacute;sicas, embora seja tamb&amp;eacute;m usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo; por exemplo, de Pel&amp;eacute; (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pel%C3%A9) &amp;eacute; dito que foi um g&amp;ecirc;nio do futebol (http://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol) e de Gandhi (http://pt.wikipedia.org/wiki/Gandhi) que foi um g&amp;ecirc;nio da diplomacia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Diplomacia).     &amp;Iacute;ndice  [esconder (javascript:toggleToc())] Roma antiga (http://pt.wikipedia.org/wiki/Roma_antiga), o g&amp;ecirc;nio era o esp&amp;iacute;rito guia ou  tutelar  de uma pessoa, ou mesmo de uma gens (http://pt.wikipedia.org/wiki/Gens) inteira. Um termo relacionado &amp;eacute; genius loci (http://pt.wikipedia.org/wiki/Genius_loci), o esp&amp;iacute;rito de um local espec&amp;iacute;fico. Por contraste a for&amp;ccedil;a interior que move todas as criaturas viventes &amp;eacute; o animus (http://pt.wikipedia.org/wiki/Alma). Um esp&amp;iacute;rito (http://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%ADrito) espec&amp;iacute;fico ou daimon (http://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B4nio), pode habitar uma imagem ou &amp;iacute;cone (http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dcone_%28religi%C3%A3o%29), dando-lhe poderes sobrenaturais. Um termo compar&amp;aacute;vel do folclore &amp;aacute;rabe (http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rabes) &amp;eacute; djin (http://pt.wikipedia.org/wiki/Djin), freq&amp;uuml;entemente traduzido como  g&amp;ecirc;nio . Note, todavia, que este termo &amp;eacute; um falso amigo (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Falso_amigo action=edit redlink=1), n&amp;atilde;o um cognato (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cognato). Para maiores informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre as ra&amp;iacute;zes etimol&amp;oacute;gicas, veja g&amp;ecirc;nio (http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnio_%28mitologia%29). prod&amp;iacute;gio (http://pt.wikipedia.org/wiki/Prod%C3%ADgio) e crian&amp;ccedil;a prod&amp;iacute;gio s&amp;atilde;o sin&amp;ocirc;nimos, sendo o &amp;uacute;ltimo um pleonasmo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pleonasmo). G&amp;ecirc;nios art&amp;iacute;sticos podem se manifestar na primeira inf&amp;acirc;ncia (prod&amp;iacute;gio) ou mais tarde na vida; de qualquer forma, os g&amp;ecirc;nios eventualmente se diferenciam do restante atrav&amp;eacute;s de grande originalidade. G&amp;ecirc;nios intelectuais geralmente tem vis&amp;otilde;es n&amp;iacute;tidas e concisas de uma dada situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na qual a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; desnecess&amp;aacute;ria - os factos simplesmente os impactam e eles constroem ou agem de acordo com estes factos, geralmente com tremenda energia. Aqui tamb&amp;eacute;m, g&amp;ecirc;nios consumados em campos intelectuais come&amp;ccedil;am em muitos casos como prod&amp;iacute;gios, privilegiados com mem&amp;oacute;ria superior, reconhecimento de padr&amp;otilde;es (http://pt.wikipedia.org/wiki/Reconhecimento_de_padr%C3%B5es) ou apenas percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A habilidade cl&amp;aacute;ssica do g&amp;ecirc;nio musical &amp;eacute; a capacidade de reter muitas melodias diferentes em sua cabe&amp;ccedil;a, simultaneamente, e discernir como elas interagem juntas. &amp;Eacute; dito que os grandes compositores cl&amp;aacute;ssicos (Bach (http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Sebastian_Bach), Mozart (http://pt.wikipedia.org/wiki/Mozart), etc) podiam reter 5, 6 ou mesmo 7 melodias diferentes em suas mentes de uma vez. Eles podiam escrever m&amp;uacute;sica complicada, com muitas partes diferentes simultaneamente sem a necessidade de ouv&amp;iacute;-la sendo tocada. Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma pessoa m&amp;eacute;dia pode reter somente uma &amp;uacute;nica melodia em sua mente. Uma teoria desenvolvida pelo professor de Harvard (http://pt.wikipedia.org/wiki/Harvard) Howard Gardner (http://pt.wikipedia.org/wiki/Howard_Gardner), em seu livro de 1983 (http://pt.wikipedia.org/wiki/1983) Frames of Mind, declara que existem sete tipos de intelig&amp;ecirc;ncia, cada qual com seu tipo de g&amp;ecirc;nio. Veja teoria das intelig&amp;ecirc;ncias m&amp;uacute;ltiplas (http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_intelig%C3%AAncias_m%C3%BAltiplas) para saber mais sobre esse ponto de vista. A intelig&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; excepcionalmente dif&amp;iacute;cil de quantificar. A medida padr&amp;atilde;o nos Estados Unidos (http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos) e em outros pa&amp;iacute;ses &amp;eacute; o teste de Q.I. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Quociente_de_intelig%C3%AAncia). Este teste &amp;eacute; criticado (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Controv%C3%A9rsia_do_teste_de_QI action=edit redlink=1) por muitos por medir somente alguns aspectos da intelig&amp;ecirc;ncia (discutem-se os apectos acad&amp;ecirc;micos e etnoc&amp;ecirc;ntricos (http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnocentrismo)). Plat&amp;atilde;o (http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o), no Theaetetus (di&amp;aacute;logo) (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Theaetetus_%28di%C3%A1logo%29 action=edit redlink=1) fornece uma anedota pitoresca sobre a distra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Thales (http://pt.wikipedia.org/wiki/Thales). Einstein (http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein), supostamente, muitas vezes se esquecia se tinha almo&amp;ccedil;ado e costumava cal&amp;ccedil;ar meias de cores diferentes. O foco intenso que um g&amp;ecirc;nio coloca em um determinado assunto pode parecer de natureza obsessiva-compulsiva (http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_obsessivo-compulsivo), mas pode tamb&amp;eacute;m ser simplesmente o resultado de uma escolha feita pelo indiv&amp;iacute;duo. Se algu&amp;eacute;m est&amp;aacute; realizando um trabalho revolucion&amp;aacute;rio em algum campo, a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos outros elementos da vida pode ser logicamente relegada &amp;agrave; insignific&amp;acirc;ncia. Apesar da id&amp;eacute;ia do professor distra&amp;iacute;do (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Professor_distra%C3%ADdo action=edit redlink=1) n&amp;atilde;o ser totalmente desprovida de valor, um g&amp;ecirc;nio encontrar&amp;aacute; tantos problemas emocionais como qualquer outra pessoa. Note as peculiaridades de figuras como Glenn Gould (http://pt.wikipedia.org/wiki/Glenn_Gould) e Bobby Fischer (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bobby_Fischer). Tais exemplos s&amp;atilde;o provavelmente produtos de instabilidade mental ou emocional, em vez de g&amp;ecirc;nio per se, embora haja uma correla&amp;ccedil;&amp;atilde;o pesquisada[1] (http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnio_%28pessoa%29#cite_note-0) entre QI e desajustamento social. Problemas s&amp;oacute;cio-emocionais s&amp;atilde;o mais preponderantes em g&amp;ecirc;nios com um QI acima de 145. Desenvolvimento ass&amp;iacute;ncrono &amp;eacute; a causa principal disto. Como a maioria das crian&amp;ccedil;as n&amp;atilde;o compartilham os interesses, vocabul&amp;aacute;rio ou desejo de organizar actividades das crian&amp;ccedil;as dotadas, as crian&amp;ccedil;as g&amp;ecirc;nio podem ser afastadas da sociedade. Algumas pesquisas mostram que outras raz&amp;otilde;es al&amp;eacute;m do desajuste tornam dif&amp;iacute;cil para os g&amp;ecirc;nios obterem companhia. Como a intelig&amp;ecirc;ncia de uma pessoa aumenta, aqueles que elas consideram como pares constituem-se num n&amp;uacute;mero cada vez menor de pessoas. Por exemplo, para um QI de 135 somente uma em cada 100 pessoas ter&amp;aacute; QI igual ou superior. Este n&amp;uacute;mero encolhe significativamente a medida que o QI sobe. Leta Hollingworth (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Leta_Hollingworth action=edit redlink=1) introduziu a id&amp;eacute;ia de uma  faixa de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o  efetiva baseada no QI. De acordo com sua teoria, para ser-se um l&amp;iacute;der efetivo de seus contempor&amp;acirc;neos, algu&amp;eacute;m deve ser mais inteligente, mas n&amp;atilde;o muito mais inteligente do que aqueles que dever&amp;aacute; liderar. Isto implica que os g&amp;ecirc;nios podem n&amp;atilde;o ser bons l&amp;iacute;deres daqueles substancialmente menos dotados e que eles podem nutrir desd&amp;eacute;m pela autoridade. A teoria tamb&amp;eacute;m declara que crian&amp;ccedil;as e adultos tornam-se intelectualmente isolados de seus contempor&amp;acirc;neos quando existe uma diferen&amp;ccedil;a de 30 pontos no QI.[2] (http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnio_%28pessoa%29#cite_note-1) &amp;Eacute; importante notar que factores sociais e econ&amp;ocirc;micos podem impedir a express&amp;atilde;o de um g&amp;ecirc;nio. Tais factores incluem expectativas sociais em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s mulheres e repress&amp;atilde;o de minorias. Por este motivo, os aparentes pendores pr&amp;oacute;-homens e pr&amp;oacute;-europeus nos g&amp;ecirc;nios actuais e do passado podem n&amp;atilde;o indicar uma diferen&amp;ccedil;a real na incid&amp;ecirc;ncia de g&amp;ecirc;nios biol&amp;oacute;gicos em outros grupos. filosofia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia) de Arthur Schopenhauer (http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Schopenhauer), um g&amp;ecirc;nio &amp;eacute; uma pessoa na qual o intelecto prevalece sobre a vontade (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vontade_%28filosofia%29 action=edit redlink=1) muito mais do que numa pessoa mediana. Na Est&amp;eacute;tica de Schopenhauer (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Est%C3%A9tica_de_Schopenhauer action=edit redlink=1), esta predomin&amp;acirc;ncia do intelecto sobre a vontade permite ao g&amp;ecirc;nio criar trabalhos art&amp;iacute;sticos ou acad&amp;ecirc;micos que s&amp;atilde;o objectos de pura e desinteressada contempla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o principal crit&amp;eacute;rio da experi&amp;ecirc;ncia est&amp;eacute;tica para Schopenhauer. Seu distanciamento das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mundanas significa que os g&amp;ecirc;nios de Schopenhauer freq&amp;uuml;entemente demonstram caracter&amp;iacute;sticas de desadapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Desadapta%C3%A7%C3%A3o action=edit redlink=1) quanto a tais preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es; nas palavras de Schopenhauer, eles caem na lama enquanto fitam as estrelas. Na filosofia de Immanuel Kant (http://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant), g&amp;ecirc;nio &amp;eacute; a capacidade para atingir independentemente e compreender conceitos que normalmente teriam de ser ensinados por outra pessoa. No Dicion&amp;aacute;rio de Kant (ISBN 0631175350 (http://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Fontes_de_livros/0631175350)), Howard Caygill (http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Howard_Caygill action=edit redlink=1) fala que o car&amp;aacute;ter essencial do  g&amp;ecirc;nio  para Kant era a originalidade. Este g&amp;ecirc;nio &amp;eacute; um talento para produzir id&amp;eacute;ias que podem ser descritas como n&amp;atilde;o-imitativas. A discuss&amp;atilde;o de Kant sobre as caracter&amp;iacute;sticas do g&amp;ecirc;nio est&amp;aacute; grandemente contida na Cr&amp;iacute;tica do Julgamento (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_do_Julgamento) e foi bem recebida pelos rom&amp;acirc;nticos (http://pt.wikipedia.org/wiki/Romantismo) do in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo XIX (http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX).</description>
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		<title>sobre o site</title>
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